...que nos deixam completamente sem palavras!
Faz hoje 3 dias em que me fizeram uma pergunta completamente descabida de tudo e de todos.
Um café combinado, uma entrada no carro estranha, uma permanência ao meu lado calada e sem atitude, ok, algo se passava.
Mulher que é mulher diz sempre: "não é nada". Pode estar de rastos, pode chorar, pode estar pronta a nos dar uma carga de porrada, podem estar como estejam que nunca se passa nada. Como não estava com paciência deixei andar...
No dia seguinte trabalhava-se e então toca a ir para casa. Altura em que ela confessou que estava a tentar ganhar coragem para uma pergunta. Já passado dos "carretos" até fui rude ao "obrigar" a fazer o raio da pergunta ao que sai uma coisa tão, mas tão, mas tão "nada a ver"!
Como resposta perguntei se lhe tinham metido minhocas na cabeça mas a resposta foi negativa. Olha a recuperar o passado...carambas...
Contudo
"Amei-te de uma forma desajeitada, arrebatadora e incondicional, sempre querendo e desejando o melhor por ti. O melhor só tu mesmo poderás encontrar e hoje estou certo que não passa por mim.
Não é a dor da rejeição que me massacra, é a dor de saber que nada poderá sobr...ar deste amor. Que a amizade não tem espaço nem voz entre duas pessoas que desconfiam uma da outra com a facilidade de um inquisidor contratado a soldo."
domingo, 7 de março de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Eu não sei quem te perdeu
Após a queda do Pedro Abrunhosa no Ídolos gerou-se um buzz, quer no Facebook, quer no Youtube.
Fiquei curioso e vi o vídeo do inédito acontecimento, que também podem ver clicando aqui.
Já que estava numa de Pedro vamos lá ouvir canções, começo por clicar no primeiro vídeo relacionado com o PA (Pedro Abrunhosa), sem relacionar o título do vídeo à música que viria a ouvir.
O vídeo:
Em completo silêncio e arrepiado, nostálgico e sem palavras, relembrei o ano de 2005 na Queima das Fitas do Porto, abraçado ao amor da minha vida, rodeados por milhares de pessoas, a cantar em uníssono esta fantástica música, a baloiçar com a melodia e a pensar na pessoa que tinha entre os braços e a sonhar com um futuro lado-a-lado.
Incrível como passados tantos anos de certos acontecimentos basta uma música, uma só música para viver uma realidade que parece que aconteceu ontem, parece que a sinto entre os meus braços, o seu calor, o seu cabelo perto da minha boca, os meus braços a abraçar o seu corpo com um entrelaçar de mãos na sua barriga, os dois a olhar para o palco...
E assim vivo, com saudades mas com a certeza de que vivi um grande amor, agora resta lutar por um semelhante.
Fiquei curioso e vi o vídeo do inédito acontecimento, que também podem ver clicando aqui.
Já que estava numa de Pedro vamos lá ouvir canções, começo por clicar no primeiro vídeo relacionado com o PA (Pedro Abrunhosa), sem relacionar o título do vídeo à música que viria a ouvir.
O vídeo:
Em completo silêncio e arrepiado, nostálgico e sem palavras, relembrei o ano de 2005 na Queima das Fitas do Porto, abraçado ao amor da minha vida, rodeados por milhares de pessoas, a cantar em uníssono esta fantástica música, a baloiçar com a melodia e a pensar na pessoa que tinha entre os braços e a sonhar com um futuro lado-a-lado.
Incrível como passados tantos anos de certos acontecimentos basta uma música, uma só música para viver uma realidade que parece que aconteceu ontem, parece que a sinto entre os meus braços, o seu calor, o seu cabelo perto da minha boca, os meus braços a abraçar o seu corpo com um entrelaçar de mãos na sua barriga, os dois a olhar para o palco...
E assim vivo, com saudades mas com a certeza de que vivi um grande amor, agora resta lutar por um semelhante.
Eu não sei quem te perdeu
Quando veio,
Mostrou-me as mãos vazias,
As mãos como os meus dias,
Tão leves e banais.
E pediu-me
Que lhe levasse o medo,
Eu disse-lhe um segredo:
"Não partas nunca mais".E dançou,
Rodou no chão molhado,
Num beijo apertado
De barco contra o cais.E uma asa voa
A cada beijo teu,
Esta noite
Sou dono do céu,
E eu não sei quem te perdeu.Abraçou-me
Como se abraça o tempo,
A vida num momento
Em gestos nunca iguais.
E parou,
Cantou contra o meu peito,
Num beijo imperfeito
Roubado nos umbrais.E partiu,
E uma asa voa
Sem me dizer o nome,
Levando-me o perfume
De tantas noites mais.
A cada beijo teu,
Esta noite
Sou dono do céu,
E eu não sei quem te perdeu.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Uma imagem...muitos sentimentos
Mas como é que uma simples imagem pode despoletar choro, nostalgia, saudade, carência, desejos e sonhos?
É incrível como depois de tanto tempo sem imaginar nada, sem pensar como antes, as coisas surgem assim do nada e sente-se como se tudo tivesse ocorrido ontem!
Para começas uma ida a um shopping com a minha nova pessoa especial, muitas pessoas nesta época de saldos, umas compritas...tudo bem até eu vislumbrar uma silhueta de costas tão mas tão parecida com uma pessoa de outrora, que deixei de falar durante um espaço de tempo, fiquei com o sangue todo nos pés, as pernas tremeram e o coração aqueceu de uma forma estúpida! Ao passar por ela não consegui resistir a olhar mas não era A tal, era uma simples rapariga que por lá andava. Interessante foi o que ela deve ter pensado, não consegui mesmo resistir ao olhar penetrante com que lhe devo ter atingido.
Tudo bem até agora, até ao momento que penso: “bom, vou ligar o despertador nos dois telemóveis para ter a certeza que acordo”, tenho compromissos importantes logo bem de manhã. O PDA ligado, tudo ok, ligo o velhinho e que serve para sms e chamadas profissionais, vou ao menu mas entrei nas imagens sem querer. Caro leitor(a), eu já não navegava pelas imagens há uns 2 anos, sem exagero! Nunca imaginaria que ainda tinha o meu passado ali, exposto numa memória que no passado serviu para registar coisas fabulosas mas que hoje só me trás choro, nostalgia, saudade, carência, desejos e sonhos! A primeira imagem provocou uma avalanche de sentimentos e pior foi quando não resisti e me interroguei se realmente tinha ali todas aquelas fotos que estava a recordar no pensamento…resultado, vi-as todas e comprovei que realmente tinha tudo!
Vi e revi-as. Sem mais demoras passei-as por bluetooth para o PDA e por conseguinte sincronizei com o computador.
Neste momento escrevo isto já com as imagens numa pasta bem guardada, são recordações, apenas e só, mas muito boas recordações!
É incrível como depois de tanto tempo sem imaginar nada, sem pensar como antes, as coisas surgem assim do nada e sente-se como se tudo tivesse ocorrido ontem!
Para começas uma ida a um shopping com a minha nova pessoa especial, muitas pessoas nesta época de saldos, umas compritas...tudo bem até eu vislumbrar uma silhueta de costas tão mas tão parecida com uma pessoa de outrora, que deixei de falar durante um espaço de tempo, fiquei com o sangue todo nos pés, as pernas tremeram e o coração aqueceu de uma forma estúpida! Ao passar por ela não consegui resistir a olhar mas não era A tal, era uma simples rapariga que por lá andava. Interessante foi o que ela deve ter pensado, não consegui mesmo resistir ao olhar penetrante com que lhe devo ter atingido.
Tudo bem até agora, até ao momento que penso: “bom, vou ligar o despertador nos dois telemóveis para ter a certeza que acordo”, tenho compromissos importantes logo bem de manhã. O PDA ligado, tudo ok, ligo o velhinho e que serve para sms e chamadas profissionais, vou ao menu mas entrei nas imagens sem querer. Caro leitor(a), eu já não navegava pelas imagens há uns 2 anos, sem exagero! Nunca imaginaria que ainda tinha o meu passado ali, exposto numa memória que no passado serviu para registar coisas fabulosas mas que hoje só me trás choro, nostalgia, saudade, carência, desejos e sonhos! A primeira imagem provocou uma avalanche de sentimentos e pior foi quando não resisti e me interroguei se realmente tinha ali todas aquelas fotos que estava a recordar no pensamento…resultado, vi-as todas e comprovei que realmente tinha tudo!
Vi e revi-as. Sem mais demoras passei-as por bluetooth para o PDA e por conseguinte sincronizei com o computador.
Neste momento escrevo isto já com as imagens numa pasta bem guardada, são recordações, apenas e só, mas muito boas recordações!
terça-feira, 8 de setembro de 2009
I don´t know...
Ficar sem palavras...não que aconteça muito mas agora fiquei, sem que nada fizesse esperar tal momento.
Tornar-me uma pessoa fútil em relação ao sexo oposto, é o meu medo e cada vez que o tempo passa mais se torna realidade. Não sei corrigir isto, não sei mesmo!
Encontrar alguém, encontrar alguém que racionalmente seria "amazing", contudo sentimentalmente o jogo de sentimentos é outro.
Cada vez mais as coisas tendem a seguir um caminho racional...mas porquê??? Porquê????
A realidade é que antes estávamos com alguém por gostar, por adorar, por amar. Agora, com uma certa idade, as opções começam a passar muito pelo racional e isto influencia e de que maneira uma possível relação. Ainda não optei pela mudança completa na página por isto mesmo, pelo facto de ainda não conseguir optar por alguém que digamos, me influencie sentimentalmente que seja a 70%, os restantes 30% poderiam ser mesmo o racional. Hoje, olho para o meu passado, quando gostei mesmo muito de alguém e amei mesmo muito, alguém que racionalmente poderia não ser A pessoa mas em que o sentimento para a qual nutria era completamente diferente da futilidade de agora para com outras pessoas. Não que as coisas não pudessem resultar com as percentagens balanceadas daquela forma que foram, o problema não foi este.
É complicado desejar alguém ao lado, é complicado aparecer uma pessoa que nos preenche muito mas lá está, racionalmente. Quando existem "pecados" que se pensam e que outrora nunca e jamais pensei, assim não, assim não dá!
Questão de tempo? Possivelmente...ou não.
Nem deveria eu escrever isto desta forma, ou nem sequer escrever mas agora tocaram-me profundamente e reavivaram a minha veia sentimental de uma forma espontânea, apenas e simplesmente com uma música cuja letra diz tudo!
Something always brings me back to you.
It never takes too long.
No matter what I say or do I'll still feel you here 'til the moment I'm gone.
You hold me without touch.
You keep me without chains.
I never wanted anything so much than to drown in your love and not feel your reign.
[CHORUS:]
Set me free, leave me be. I don't want to fall another moment into your gravity.
Here I am and I stand so tall, just the way I'm supposed to be.
But you're on to me and all over me.
You loved me 'cause I'm fragile.
When I thought that I was strong.
But you touch me for a little while and all my fragile strength is gone.
[CHORUS]
I live here on my knees as I try to make you see that you're everything I think I need here on
The ground.
But you're neither friend nor foe though I can't seem to let you go.
The one thing that I still know is that you're keeping me down.
por Sara Bareilles - Gravity
É muito complicado e acredito que não sou caso único, aliás, não o sou, conheço uma pessoa com uma história muito semelhante à minha e que numa das minhas confissões me compreendeu profundamente.
Mas o que fazer? Arriscar, nada mais! Arriscar por uma possível felicidade e sobretudo arriscar com os pés assentes na terra e sem colocar em check a pessoa, arriscar com certezas...ah ups, pois, certezas, um substantivo que é complicado de expelir da boca de forma sincera.
Passar a vida sozinho? Não!
Lutar por alguém por quem a desejamos por sentimento? Sim!
Estar com alguém porque a voz da razão assim o diz? Talvez!
Tornar-me uma pessoa fútil em relação ao sexo oposto, é o meu medo e cada vez que o tempo passa mais se torna realidade. Não sei corrigir isto, não sei mesmo!
Encontrar alguém, encontrar alguém que racionalmente seria "amazing", contudo sentimentalmente o jogo de sentimentos é outro.
Cada vez mais as coisas tendem a seguir um caminho racional...mas porquê??? Porquê????
A realidade é que antes estávamos com alguém por gostar, por adorar, por amar. Agora, com uma certa idade, as opções começam a passar muito pelo racional e isto influencia e de que maneira uma possível relação. Ainda não optei pela mudança completa na página por isto mesmo, pelo facto de ainda não conseguir optar por alguém que digamos, me influencie sentimentalmente que seja a 70%, os restantes 30% poderiam ser mesmo o racional. Hoje, olho para o meu passado, quando gostei mesmo muito de alguém e amei mesmo muito, alguém que racionalmente poderia não ser A pessoa mas em que o sentimento para a qual nutria era completamente diferente da futilidade de agora para com outras pessoas. Não que as coisas não pudessem resultar com as percentagens balanceadas daquela forma que foram, o problema não foi este.
É complicado desejar alguém ao lado, é complicado aparecer uma pessoa que nos preenche muito mas lá está, racionalmente. Quando existem "pecados" que se pensam e que outrora nunca e jamais pensei, assim não, assim não dá!
Questão de tempo? Possivelmente...ou não.
Nem deveria eu escrever isto desta forma, ou nem sequer escrever mas agora tocaram-me profundamente e reavivaram a minha veia sentimental de uma forma espontânea, apenas e simplesmente com uma música cuja letra diz tudo!
Something always brings me back to you.
It never takes too long.
No matter what I say or do I'll still feel you here 'til the moment I'm gone.
You hold me without touch.
You keep me without chains.
I never wanted anything so much than to drown in your love and not feel your reign.
[CHORUS:]
Set me free, leave me be. I don't want to fall another moment into your gravity.
Here I am and I stand so tall, just the way I'm supposed to be.
But you're on to me and all over me.
You loved me 'cause I'm fragile.
When I thought that I was strong.
But you touch me for a little while and all my fragile strength is gone.
[CHORUS]
I live here on my knees as I try to make you see that you're everything I think I need here on
The ground.
But you're neither friend nor foe though I can't seem to let you go.
The one thing that I still know is that you're keeping me down.
por Sara Bareilles - Gravity
É muito complicado e acredito que não sou caso único, aliás, não o sou, conheço uma pessoa com uma história muito semelhante à minha e que numa das minhas confissões me compreendeu profundamente.
Mas o que fazer? Arriscar, nada mais! Arriscar por uma possível felicidade e sobretudo arriscar com os pés assentes na terra e sem colocar em check a pessoa, arriscar com certezas...ah ups, pois, certezas, um substantivo que é complicado de expelir da boca de forma sincera.
Passar a vida sozinho? Não!
Lutar por alguém por quem a desejamos por sentimento? Sim!
Estar com alguém porque a voz da razão assim o diz? Talvez!
domingo, 19 de julho de 2009
Porque gasto muitos pneus?
Vou explicar uma coisa, o porquê dos meus pneus durarem pouco e eu não conseguir um andamento mais normalizado: amo conduzir
Passo a explicar, isto é daquelas aragens que me passam já com álcool no sangue mas algo me tocou e muito agora, não sei se pela hora, não sei se pelo álcool LOL
Adoro sentir os limites do carro e os meus próprios limites, adoro sentir os neurónios a quererem saltar fora devido à força centrífuga, adoro conduzir!
Adoro tracção atrás, adoro desvios de trajectória, adoro correcções de trajectória, adoro ponta-tacão, adoro grip, adoro viver com emoção, adoro conduzir!
Adoro poder desfrutar sozinho de um prazer que tenho, o de conduzir! Adoro ver a estrada livre só para mim, adoro conduzir mas ciente dos restantes utilizadores da via!
Adoro o desporto automóvel, adoro mecânica, adoro dinâmica, adoro física (alguma dela), adoro adoro adoro conduzir!
Já que não posso, de momento, ter uma coisa engraçada contento-me com o tractor (diesel) já com a dinâmica alterada e ainda em fase evolutória (se é que esta palavra existe), gasto pneu anormalmente mas quero que lá saber, sinto-me feliz assim que vou à oficina trocar os pneus e vejo a borracha, ou melhor, a falta dela que se deveu a momentos de emoção ao volante!
No inicio falei em algo que me tocou, agora explico mostrando uns links. Quem gostar de emoção na condução é um must see:
Passo a explicar, isto é daquelas aragens que me passam já com álcool no sangue mas algo me tocou e muito agora, não sei se pela hora, não sei se pelo álcool LOL
Adoro sentir os limites do carro e os meus próprios limites, adoro sentir os neurónios a quererem saltar fora devido à força centrífuga, adoro conduzir!
Adoro tracção atrás, adoro desvios de trajectória, adoro correcções de trajectória, adoro ponta-tacão, adoro grip, adoro viver com emoção, adoro conduzir!
Adoro poder desfrutar sozinho de um prazer que tenho, o de conduzir! Adoro ver a estrada livre só para mim, adoro conduzir mas ciente dos restantes utilizadores da via!
Adoro o desporto automóvel, adoro mecânica, adoro dinâmica, adoro física (alguma dela), adoro adoro adoro conduzir!
Já que não posso, de momento, ter uma coisa engraçada contento-me com o tractor (diesel) já com a dinâmica alterada e ainda em fase evolutória (se é que esta palavra existe), gasto pneu anormalmente mas quero que lá saber, sinto-me feliz assim que vou à oficina trocar os pneus e vejo a borracha, ou melhor, a falta dela que se deveu a momentos de emoção ao volante!
No inicio falei em algo que me tocou, agora explico mostrando uns links. Quem gostar de emoção na condução é um must see:
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