quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Picos de tensão

Por vezes salta-me a adrenalina de uma maneira...um dos efeitos causados por certas músicas, especialmente se estiver num ambiente com milhares de watts e pressão sonora, mas uns phones à noite também servem e só não me meto a dançar porque ainda me resta um pingo de juízo :)

Ora vamos lá, comecei por ouvir um álbum que um amigo meu partilhou no Dropbox que continha a música:



Esta música deixa-me em êxtase completo e amanhã durante o dia talvez uma certa pessoa morena de cabelo preto (uhhhhh que há pessoal a coçar-se de curiosidade) decifre o porquê do refrão...adiante, depois pesquisei um pouco sobre Swedish House Mafia e apareceu-me um vídeo com uma compilação também de partir tudo!

domingo, 30 de janeiro de 2011

O fim

Um homem pode deixar de amar uma mulher, mas o fim do Amor dum homem por uma mulher nunca é como o fim de outra coisa qualquer. A não ser, talvez, como o fim do mundo. Do mundo dele, claro, mas no Amor é só esse mundo que conta.

O problema do Amor é que os Amores até se podem suceder uns aos outros, mas nunca se substituem. Uma amizade, ainda que parcialmente, pode substituir outra que acabou. Um emprego também pode substituir outro que acabou. O mesmo se passa com tudo, menos com o Amor.

fonte

domingo, 16 de janeiro de 2011

Fascinante...

No Amor não há heróis. Todos os que amam passam pela experiência do sofrimento pelo menos uma vez na vida. Com maior ou menor intensidade, em fases mais longas ou mais curtas, mas todos passam por ela. Os que se armam em heróis, e que se põem em pontas dos pés afirmando a sua capacidade de contornar o sofrimento que o Amor pode causar, ou não sabem o que lhes espera ou não sabem Amar.

A vantagem dos que sofrem é essa: saber Amar. Ao contrário dos que não sabem, também já experimentaram a sensação de caminhar a dez centímetros do chão. Só o Amor é capaz de fazer isso. Os que amam passam pela vida, os que não amam é a vida que passa por eles.

Gostava de Vos poder dizer isto da mesma forma que o disse a um amigo meu há pouco tempo, e da mesma forma que um grande amigo mo disse a mim há quase cinco anos, isto é, olhos nos olhos e com um copo de qualquer coisa que gostem à frente, fosse vinho, chá, uísque ou cerveja. A bebida tem essa vantagem de parecer que nos abraça, e na fase do sofrimento é natural precisar dum abraço.

Acho que é disto que falamos quando falamos de Amor: a nossa passagem pela vida. Quem ler isto e pensar qualquer coisa como "é preciso ser parvo para se ir abaixo por causa duma paixão", sinceramente, ainda não chegou lá.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Colecção da Vitoria's Secret

O paraíso! Só há ali uma ou duas que não se enquadram no meu corpo perfeito, de resto MINHA NOSSA!!!!!!!!!!!! Estou completamente parvo.
Vídeo:

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Depois de uma separação

"Roubei" um texto e adaptei-o à minha realidade, 80% dele muito familiar à minha realidade! O autor do original é o "bagaço" e o seu não compreendo as mulheres.

A verdade da mentira

Depois da minha separação (fim de namoro) fui-me habituando à mentira que me dizia que eu estava sozinho, como se a única fuga desta vida à solidão pudesse ser uma mulher a quem se chame isso mesmo. Não é, e disso me apercebi ao mesmo tempo que os meus novos hábitos e comportamentos se me tornavam familiares.

Coisas tão simples como telefonar às dez da noite a um amigo para o convidar a sair para uns canecos, ir à última sessão de um filme qualquer durante a semana ou simplesmente desaparecer uns dias sem dizer nada a ninguém.

Das mulheres que me tangeram esses dias, lembro-me que me incomodava a forma como trituravam subtilmente esses meus novos hábitos. Afinal estar separado não era assim tão mau e passei para a fase da despreocupação com a minha vida emocional.

A vida emocional, para quem não sabe, não é o amor que sentimos pelo outro nem o egoísmo que nos habita dia a dia. É a verdade que resta daquilo que é mentira, mesmo quando toda a nossa vida é uma grande mentira. E é por isso, só por isso, que mesmo despreocupados nos podemos voltar a apaixonar.

Há dias, um amigo recentemente divorciado, disse-me que a maior vantagem do divórcio dele era que nunca mais tornava a passar pela mesma dor. Mesmo que um dia se apaixone de novo e a mulher o deixe, tudo o que vai sentir são apenas resíduos do que sente actualmente. Assenti compreendendo-o, mas também pensei que ele não é capaz de se apaixonar ainda. E não o é por um motivo muito simples: ainda acha que não é capaz de sofrer por uma mulher como sofreu pela primeira. É a verdade dele, dentro da mentira que é a sua vida neste preciso momento.

Não me digam nunca que o amor é uma coisa bonita. Não é. O Amor é apenas o nosso egoísmo no seu auge, e se eu hoje quero que a dita seja feliz é porque isso me faz feliz a mim. Mais nada. E na verdade, se alguma vez pensei que nunca na vida poderia sofrer como sofri na minha primeira separação, enganei-me redondamente. Posso sofrer mais ainda, e foi ela que me ensinou isso.