sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Nervosinho

Já há muitos anos que não sentia o que ultimamente tenho sentido, um nervosinho para com alguém. Já me tinha esquecido disto, nem achava possível acontecer de novo...as vivências/experiências têm sido demasiado banais para os meus critérios de relação entre duas pessoas.

Deve ter feito recentemente um ano que numa ida à praia encontro uma pessoa já conhecida e deveu-se a termos amigos em comum. Uma pessoa interessante, muito simples mas havia ali "algo". O facto de, por acaso, me ter deitado ao seu lado na areia propiciou uma conversa mais próxima (em distância física) mas completamente banal, apesar da inquietação que tomou conta de mim devido aos escassos centímetros (até comentei isto com um amigo). Ok, tudo bem, eu namorava, ela estava na dela (ainda acredito que sim)...foi uma tarde de praia como tantas outras, com um grupo de colegas que me divertem.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Cenas e coisas...no calor

Esta bela estação em que nos encontramos, Verão, proporciona cenas e coisas estranhas. Suspeito e quase confirmo que os níveis de testosterona elevam-se a níveis nunca atingíveis noutras épocas do ano.

E é por isto que estar-se solteiro numa época destas só baralha e atrapalha tudo...achamos que estamos tranquilos e numa época de "defeso" mas de repente surgem cenas e coisas.

Portanto, das duas três, ou quatro vá...ou mantemo-nos na "paz do senhor" ou começamos a fazer jus ao nome de latinos!
O azar quando calha comigo é que apenas gosto de "avaliação de mercado" e fica-se por aí. Atitude correcta ou não? É minha, ninguém manda aproximar! Continuo a dizer que homem que é homem vai ao ataque, mulher que é mulher espera ser atacada!
Ponto final parágrafo!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Flirts...

Se há coisa engraçada são aqueles momentos de engate, flirt...aquelas trocas de conversa "nada a ver", só para ter um pretexto para enviar uma SMS ou um obter um sorriso.

Tudo serve para a aproximação desejada, com classe e requinte pois nem todas são "brejeiras".

Adoro esta fase, nem que seja para nos auto-avaliarmos no "mercado". MEGA-ULTRA-LOL :)

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Unbelievable...

Ouve-se cada pensamento...o de hoje teve como consequência o silêncio, um sorriso leve e por fim gargalhada monumental!
Aqui vai:

"Nunca fiques com ciúmes quando vires a tua ex com outra pessoa...lembra-te que os nossos pais ensinaram-nos a dar os nossos brinquedos usados para os mais necessitados!"

terça-feira, 26 de julho de 2011

Desisto

Por vezes vêm ter ao nosso encontro palavras magníficas, hoje foi um conjunto delas que passo a citar:

"Desisto de ti porque até o amor tem limites, tem um fim anunciado, mesmo quando não acaba.
Desisto de ti com a mesma força com que amei e por isso tenho a alma rota, o coração guardado numa caixa, com fotos, cartas e outras coisas ridiculas. E aqui estou eu. E é como se fosse invisível esta dor insuportável que me aperta o peito e me fixa o olhar como se estivesse drogada, dopada e incapaz de ser mais do que esta representação de mim mesma.
Desisti de ti e comuniquei-o a todo o meu corpo. Disse à minha pele que esquecesse a tua, o teu perfume afinal nunca existiu e os meus ouvidos nunca reconheceram os teus passos na escada. Mas apenas a minha cabeça compreende perfeitamente esta decisão. O resto de mim foi-se embora e não sei quando voltará, porque leva tempo a habituarmo-nos à tua ausência, a mim e ao meu corpo e à minha alma. Quanta gente sentirá o mesmo? O amor é sempre igual, mesmo quando é diferente. A urgência do outro, do corpo do outro, da voz e sei lá que mais, tudo é igual em quem ama. Por isso a separação também é idêntica. E neste preciso momento uma boa parte da humanidade tem estes olhos vazios, este amargo na boca e aperto no estômago. É engraçado saber-me acompanhada por desconhecidos. É engraçado e irónico que entre essa multidão não estejas tu.
Desisti de ti e tu nem sequer o percebeste... Apenas um número de telemóvel retirado na lista, apenas alguém que te fez rir e ter prazer. É este o resumo da minha história. Engraçado, não é?"
(Luisa Castel-Branco)