"Desisto de ti porque até o amor tem limites, tem um fim anunciado, mesmo quando não acaba.
Desisto de ti com a mesma força com que amei e por isso tenho a alma rota, o coração guardado numa caixa, com fotos, cartas e outras coisas ridiculas. E aqui estou eu. E é como se fosse invisível esta dor insuportável que me aperta o peito e me fixa o olhar como se estivesse drogada, dopada e incapaz de ser mais do que esta representação de mim mesma.
Desisti de ti e comuniquei-o a todo o meu corpo. Disse à minha pele que esquecesse a tua, o teu perfume afinal nunca existiu e os meus ouvidos nunca reconheceram os teus passos na escada. Mas apenas a minha cabeça compreende perfeitamente esta decisão. O resto de mim foi-se embora e não sei quando voltará, porque leva tempo a habituarmo-nos à tua ausência, a mim e ao meu corpo e à minha alma. Quanta gente sentirá o mesmo? O amor é sempre igual, mesmo quando é diferente. A urgência do outro, do corpo do outro, da voz e sei lá que mais, tudo é igual em quem ama. Por isso a separação também é idêntica. E neste preciso momento uma boa parte da humanidade tem estes olhos vazios, este amargo na boca e aperto no estômago. É engraçado saber-me acompanhada por desconhecidos. É engraçado e irónico que entre essa multidão não estejas tu.
Desisti de ti e tu nem sequer o percebeste... Apenas um número de telemóvel retirado na lista, apenas alguém que te fez rir e ter prazer. É este o resumo da minha história. Engraçado, não é?"
(Luisa Castel-Branco)
terça-feira, 26 de julho de 2011
Desisto
Por vezes vêm ter ao nosso encontro palavras magníficas, hoje foi um conjunto delas que passo a citar:
quinta-feira, 14 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Quando acaba o amor...fica, o quê?
«O amor perfeito perde-se no tempo, caminha pelo passado, sente-se no presente, encaminha-se para o futuro e adormece na eternidade»
Não sei quem disse isto. Mas teve razão. O amor «perfeito» se é que existe, tem de ser assim, ou então é só mais um relacionamento humano (logo imperfeito), como os milhões que existem, feitos de um carrossel de subidas e descidas, rotinas e percalços, bons momentos (porque há sempre momentos) e geralmente uma ligação de raiz, edificada ao longo de décadas de convivência, de filhos gerados, de compromissos assumidos. Mas isto não é o amor perfeito, é o amor possível.
A paixão evolui para o amor, diz-se, não ficando bem claro porque é que um e outro não são almas gémeas. O amor vem da paixão, mas não é paixão…ou pode não ser. No entanto quando falamos de «amor» englobamos tudo. Fazemos da palavra o repositório de extremos, os extremos mais deliciosos da vida, porque nada é tão compensador ou gera tanto prazer mental e físico como uma relação de duas pessoas que se reconhecem mutuamente como únicas. Descobri um texto, no livro de crónicas de Margarida Rebelo Pinto, «A minha casa é o teu coração», que me tocou particularmente. É uma outra visão do amor. Não tanto no que tem de arco-íris, mas sobretudo no que tem de noite escura, quando acaba. Porque acaba. Ou pode acabar… e deixa um vazio maior que o universo.
Deixo partes desse texto. Merece ser lido. Chama-se:
«O que fica quando acaba o amor».
Devia haver um manual de instruções para acabar relações.
A verdade é que sabemos sempre começa-las, agarramo-nos aos inícios com a sabedoria dos mágicos, operamos transformações milagrosas em nós próprios e no objecto do nosso amor, de repente tudo nos parece fácil e grato, sentimo-nos com asas como albatrozes, nas nossas costas cresce uma capa encarnada e carregamos no peito o símbolo do Super-Homem,« tudo é divino e santo visto assim , o mundo não é um mundo, é um jardim», como diz Florbela Espanca.
Não há nada melhor do que começar uma relação. O novo é irresistível. Descobrem-se coincidências (…). É a primeira vez em tudo. Descobrimos o outro em nós e nós no outro. No início de todos os inícios sentimo-nos tão estupidamente felizes que seríamos capazes de morrer a seguir, porque achamos que atingimos o ponto máximo possível de felicidade. O pior vem a seguir, como dizia o Picasso: «bom mesmo é o inicio, porque a seguir começa logo o fim» E quando o fim chega, já é tarde demais para voltar atrás. É sempre tarde demais.
Isto do amor é mesmo uma coisa complicada, começa-se do nada, vive-se na ilusão que se tem tudo, mas o que fica quando o amor acaba é um nada ainda maior. E o pior, o pior é que na primeira oportunidade repetem-se os mesmos erros à espera de resultados diferentes, o que é uma boa definição de demência. E quem se considere imune a tais disparates e nunca tenha passado por estas avarias sentimentais, que atire a primeira pedra.
O Miguel Sousa Tavares escreveu, «primeiro parece fácil é o coração que arrasta a cabeça, a vontade de ser feliz que cala as dúvidas e os medos. Mas depois é a cabeça que trava o coração, as pequenas coisas que parecem derrotar as grandes, um sufoco inexplicável que aparece onde dantes estava a intimidade.» E pronto está tudo estragado. Acaba-se a festa, o delírio, o fogo de artifício, o sabor, a novidade, e onde vamos parar? Ao vazio. Ao abismo. Ao grande buraco negro dessa coisa horrível e inevitável que se chama depois, depois de se apagar a chama. E esta é a condição humana, doa a quem doer. Ou, então, a ironia da vida separa os amantes para sempre e o fim do amor é o início do mito do amor eterno.
Pedro e Inês foram sepultados de frente um para o outro, para que se pudessem ver no dia da ressurreição. Romeu e Julieta nunca mais se separaram no imaginário ocidental. Dante viveu para sempre ao lado de Beatriz, Penélope recuperou o seu guerreiro depois de vinte anos de espera.
O amor, esse mistério que antecede a vida e sobrevive à morte, reina como um tirano por cima de todas as coisas, mas poucos são os que o conseguem agarrar. (…) Talvez seja apenas uma invenção dos homens para fugir à morte. Ou talvez tenha outro nome na Bioquímica. Mas não podemos viver sem ele e, quando o perdemos, achamos que nunca mais o vamos conseguir encontrar.
Li. Registei. Não sei se aprendi alguma coisa, pois só se aprende o que nos marca a pele da alma como uma tatuagem, uma queimadura… uma cicatriz. Se calhar há coisas que devemos apenas saber, mas nunca comprovar…
Não sei quem disse isto. Mas teve razão. O amor «perfeito» se é que existe, tem de ser assim, ou então é só mais um relacionamento humano (logo imperfeito), como os milhões que existem, feitos de um carrossel de subidas e descidas, rotinas e percalços, bons momentos (porque há sempre momentos) e geralmente uma ligação de raiz, edificada ao longo de décadas de convivência, de filhos gerados, de compromissos assumidos. Mas isto não é o amor perfeito, é o amor possível.
A paixão evolui para o amor, diz-se, não ficando bem claro porque é que um e outro não são almas gémeas. O amor vem da paixão, mas não é paixão…ou pode não ser. No entanto quando falamos de «amor» englobamos tudo. Fazemos da palavra o repositório de extremos, os extremos mais deliciosos da vida, porque nada é tão compensador ou gera tanto prazer mental e físico como uma relação de duas pessoas que se reconhecem mutuamente como únicas. Descobri um texto, no livro de crónicas de Margarida Rebelo Pinto, «A minha casa é o teu coração», que me tocou particularmente. É uma outra visão do amor. Não tanto no que tem de arco-íris, mas sobretudo no que tem de noite escura, quando acaba. Porque acaba. Ou pode acabar… e deixa um vazio maior que o universo.
Deixo partes desse texto. Merece ser lido. Chama-se:
«O que fica quando acaba o amor».
Devia haver um manual de instruções para acabar relações.
A verdade é que sabemos sempre começa-las, agarramo-nos aos inícios com a sabedoria dos mágicos, operamos transformações milagrosas em nós próprios e no objecto do nosso amor, de repente tudo nos parece fácil e grato, sentimo-nos com asas como albatrozes, nas nossas costas cresce uma capa encarnada e carregamos no peito o símbolo do Super-Homem,« tudo é divino e santo visto assim , o mundo não é um mundo, é um jardim», como diz Florbela Espanca.
Não há nada melhor do que começar uma relação. O novo é irresistível. Descobrem-se coincidências (…). É a primeira vez em tudo. Descobrimos o outro em nós e nós no outro. No início de todos os inícios sentimo-nos tão estupidamente felizes que seríamos capazes de morrer a seguir, porque achamos que atingimos o ponto máximo possível de felicidade. O pior vem a seguir, como dizia o Picasso: «bom mesmo é o inicio, porque a seguir começa logo o fim» E quando o fim chega, já é tarde demais para voltar atrás. É sempre tarde demais.
Isto do amor é mesmo uma coisa complicada, começa-se do nada, vive-se na ilusão que se tem tudo, mas o que fica quando o amor acaba é um nada ainda maior. E o pior, o pior é que na primeira oportunidade repetem-se os mesmos erros à espera de resultados diferentes, o que é uma boa definição de demência. E quem se considere imune a tais disparates e nunca tenha passado por estas avarias sentimentais, que atire a primeira pedra.
O Miguel Sousa Tavares escreveu, «primeiro parece fácil é o coração que arrasta a cabeça, a vontade de ser feliz que cala as dúvidas e os medos. Mas depois é a cabeça que trava o coração, as pequenas coisas que parecem derrotar as grandes, um sufoco inexplicável que aparece onde dantes estava a intimidade.» E pronto está tudo estragado. Acaba-se a festa, o delírio, o fogo de artifício, o sabor, a novidade, e onde vamos parar? Ao vazio. Ao abismo. Ao grande buraco negro dessa coisa horrível e inevitável que se chama depois, depois de se apagar a chama. E esta é a condição humana, doa a quem doer. Ou, então, a ironia da vida separa os amantes para sempre e o fim do amor é o início do mito do amor eterno.
Pedro e Inês foram sepultados de frente um para o outro, para que se pudessem ver no dia da ressurreição. Romeu e Julieta nunca mais se separaram no imaginário ocidental. Dante viveu para sempre ao lado de Beatriz, Penélope recuperou o seu guerreiro depois de vinte anos de espera.
O amor, esse mistério que antecede a vida e sobrevive à morte, reina como um tirano por cima de todas as coisas, mas poucos são os que o conseguem agarrar. (…) Talvez seja apenas uma invenção dos homens para fugir à morte. Ou talvez tenha outro nome na Bioquímica. Mas não podemos viver sem ele e, quando o perdemos, achamos que nunca mais o vamos conseguir encontrar.
Li. Registei. Não sei se aprendi alguma coisa, pois só se aprende o que nos marca a pele da alma como uma tatuagem, uma queimadura… uma cicatriz. Se calhar há coisas que devemos apenas saber, mas nunca comprovar…
domingo, 19 de junho de 2011
Mulher de Leão
Leão é o signo do Sol. Tal qual, pode ser brilho ou pode ser fogo. É só uma questão de distância.
Em primeiro lugar as leoninas são estupidamente populares. Inadvertidamente ela acaba se tornando a líder de uma mesa, de um grupo, de um lugar. Governa sobre os outros como uma rainha, mas de uma forma tão bela, cativante e calorosa, que ninguém se incomodará com o fato. E eu não acho que seja bem recomendável provocar uma revolução ou achar que a mesa de bar é a praça da bastilha. Há uma leoa ali, e o que é belo nem sempre é frágil.
Então se ela é uma rainha, você deverá ser... o rei, né isso? É. Enxergou o problema? Não é qualquer um que vai sentar no trono ao lado dela. Ela não vai trocar o sobrenome real dela por um sobrenome qualquer que 8 em cada 10 possuem. Mas tudo é possível se sua alma não for pequena, né verdade? (inclusive acrescentar um 'y' e um 'h' no Silva).
Essas mulheres são humanamente irresistíveis. Se elas forem feias você nem vai notar. É que é difícil você enxergar direito com tanta luz e atração saindo pelos poros dela. É necessário uma bela dose de coragem e confiança pra dar em cima das leoninas. Elas tem plena consciencia que são a grande disputa da noite, mercadoria de luxo, o troféu da casa. Convencidas? Ah não não. Elas são tudo isso mesmo, eu é que tô dizendo aqui em voz alta.
Abandone a idéia de que ela lhe seguirá como uma gatinha procurando por carinho. Se dê por satisfeito se ela quer estar com você e por permitir que você possa tocar no coração dela. Isso significa que você se tornou o rei dela, já não basta? Submete-la, nunca. Acredite, você não conhece a ira de uma leonina.
Na maior parte do tempo ela é este ser vivo maravilhoso, dócil, de olhos grandes agradáveis, uma figura plácida e adorável. Mas este é apenas o papel que ela interpreta porque tem feito sucesso até hoje. Basta tirá-la do centro, desmerecer o crédito que ela possui, nivelá-la e demonstrar que você não a acha nada demais que a Leoa deixa revelar as garras que ela esconde e afia diariamente.
Elas adoram ser bajuladas e ganhar presentes. E este pode ser um bom caminho para se começar a cortejar essas meninas. Você precisa estar bem apresentado e tudo tem que ser de um extremo bom gosto. Lembre-se todos os dias: você está dando em cima de uma mulher que faz parte da realeza. Ela é vibrante e magnética. Mas não se submeta também a isso trantando-a como Vossa Majestade. Ela não quer e nem vai transformá-lo num fraco ou desmerecer sua masculinidade. Afinal é você que vai assumir o comando.
A fórmula perfeita pra um relacionamento com elas: impeça que ela o supere sem precisar pará-la. Expresse que você é a ação e ela a intenção. Assim como se, ao dar em cima dela, fosse ela chamando e você indo. Pode nem ser, mas tanto faz. Agora que você a conquistou pode se sentir o tal. Porque elas são tudo e você está com ela.
Em primeiro lugar as leoninas são estupidamente populares. Inadvertidamente ela acaba se tornando a líder de uma mesa, de um grupo, de um lugar. Governa sobre os outros como uma rainha, mas de uma forma tão bela, cativante e calorosa, que ninguém se incomodará com o fato. E eu não acho que seja bem recomendável provocar uma revolução ou achar que a mesa de bar é a praça da bastilha. Há uma leoa ali, e o que é belo nem sempre é frágil.
Então se ela é uma rainha, você deverá ser... o rei, né isso? É. Enxergou o problema? Não é qualquer um que vai sentar no trono ao lado dela. Ela não vai trocar o sobrenome real dela por um sobrenome qualquer que 8 em cada 10 possuem. Mas tudo é possível se sua alma não for pequena, né verdade? (inclusive acrescentar um 'y' e um 'h' no Silva).
Essas mulheres são humanamente irresistíveis. Se elas forem feias você nem vai notar. É que é difícil você enxergar direito com tanta luz e atração saindo pelos poros dela. É necessário uma bela dose de coragem e confiança pra dar em cima das leoninas. Elas tem plena consciencia que são a grande disputa da noite, mercadoria de luxo, o troféu da casa. Convencidas? Ah não não. Elas são tudo isso mesmo, eu é que tô dizendo aqui em voz alta.
Abandone a idéia de que ela lhe seguirá como uma gatinha procurando por carinho. Se dê por satisfeito se ela quer estar com você e por permitir que você possa tocar no coração dela. Isso significa que você se tornou o rei dela, já não basta? Submete-la, nunca. Acredite, você não conhece a ira de uma leonina.
Na maior parte do tempo ela é este ser vivo maravilhoso, dócil, de olhos grandes agradáveis, uma figura plácida e adorável. Mas este é apenas o papel que ela interpreta porque tem feito sucesso até hoje. Basta tirá-la do centro, desmerecer o crédito que ela possui, nivelá-la e demonstrar que você não a acha nada demais que a Leoa deixa revelar as garras que ela esconde e afia diariamente.
Elas adoram ser bajuladas e ganhar presentes. E este pode ser um bom caminho para se começar a cortejar essas meninas. Você precisa estar bem apresentado e tudo tem que ser de um extremo bom gosto. Lembre-se todos os dias: você está dando em cima de uma mulher que faz parte da realeza. Ela é vibrante e magnética. Mas não se submeta também a isso trantando-a como Vossa Majestade. Ela não quer e nem vai transformá-lo num fraco ou desmerecer sua masculinidade. Afinal é você que vai assumir o comando.
A fórmula perfeita pra um relacionamento com elas: impeça que ela o supere sem precisar pará-la. Expresse que você é a ação e ela a intenção. Assim como se, ao dar em cima dela, fosse ela chamando e você indo. Pode nem ser, mas tanto faz. Agora que você a conquistou pode se sentir o tal. Porque elas são tudo e você está com ela.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Afinidades "astrológicas"
Escorpião-Leão
O Escorpião é o símbolo sexual do Zodíaco e nunca encarará o amor como um namorico sem consequências, assim como não aceitará que o Leão seja namoradeiro. No entanto, a atracção entre ambos é grande, só que tanto o Fogo do Leão pode evaporar a Água do Escorpião como esta pode apagar o Fogo leonino. Este dois Signos invulneráveis podem juntos fazer muitas coisa. Terão inúmeras aventuras, conquistarão o impossível, mas o dia-a-dia entre eles será bem diferente, já que tentarão cada um dominar o outro. Ambos possessivos e ciumentos, criam inúmeras dificuldades quando discutem as suas razões e cada um quer ficar com a sua. Só que na união física eles encontram-se de uma forma tão magnética que perdem a noção do tempo, do espaço e da realidade, tal é a emoção que os une. Só quem aprecia o risco e as emoções fortes pode entender o que se passa entre os nativos destes dois Signos. Um ponto forte entre ambos é também o amor pela família, pelos filhos, que acima de tudo para eles é uma necessidade.
O Escorpião é o símbolo sexual do Zodíaco e nunca encarará o amor como um namorico sem consequências, assim como não aceitará que o Leão seja namoradeiro. No entanto, a atracção entre ambos é grande, só que tanto o Fogo do Leão pode evaporar a Água do Escorpião como esta pode apagar o Fogo leonino. Este dois Signos invulneráveis podem juntos fazer muitas coisa. Terão inúmeras aventuras, conquistarão o impossível, mas o dia-a-dia entre eles será bem diferente, já que tentarão cada um dominar o outro. Ambos possessivos e ciumentos, criam inúmeras dificuldades quando discutem as suas razões e cada um quer ficar com a sua. Só que na união física eles encontram-se de uma forma tão magnética que perdem a noção do tempo, do espaço e da realidade, tal é a emoção que os une. Só quem aprecia o risco e as emoções fortes pode entender o que se passa entre os nativos destes dois Signos. Um ponto forte entre ambos é também o amor pela família, pelos filhos, que acima de tudo para eles é uma necessidade.
Subscrever:
Mensagens (Atom)